31 de julho de 2014

A maior mentira já inventada e perpetuada, inclusive por mim, é a que devemos ser nós mesmos.

É mentira.

Não seja você mesmo se for inseguro e carente.

Não seja você mesmo se sentir ciúme e medo.

Não seja você mesmo se não for capaz de lidar sozinho com seus sentimentos.

Não seja assim, seja de outra forma. Seja melhor, mude.

Um comentário:

André Taffarello disse...

A gente é o que a gente faz, o que a gente pensa, o que a gente fala. Se a gente se incomoda com uma característica própria, nada impede de, no minuto seguinte, mudar seus pensamentos, suas atitudes, suas falas, e deixar de ser aquilo que não gosta. Não existe um decreto te obrigando a ser inseguro; no fundo, a gente se prende a essas definições de si próprio (eu sou carente, eu sou chato) e acaba involuntariamente seguindo esse caminho porque achamos que é ele que conhecemos.

Em outras palavras... eu não _sou_ inseguro; eu _me faço_ inseguro sempre que tenho atitudes de insegurança. E se eu deixar de me fazer dessa forma, a definição não vai mais valer.

/discurso existencialista