18 de fevereiro de 2014

Do que não posso me chamar

Eu prometi para ele que não me chamaria mais de maluca, eu prometi. Incrível como eu sempre faço promessas difíceis.

Eu não falo então, mas eu ainda sinto, me sinto assim, uma mistura do que não posso me chamar com insegurança, desequilíbrio e talvez um pouco de bobeira.





2 comentários:

Descontente disse...

As vezes a gente só consegue enxergar o ruim em nós mesmas. Auto crítica em excesso é mesmo um saco.
Mas não esquece, o resultado de toda essa mistura é parte da paixão d'ele.
E provavelmente seu eleito acha um charme ;)

livroseoutrasfelicidades disse...

Ótima promessa. Moço inteligente.